Projetos sociais e tecnologia: uma conexão de oportunidades

Por Rosani Sartori – Analista de Marketing Digital e Conteúdo da Digital Business

Os projetos sociais têm exercido papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa, através da assistência às pessoas que muitas vezes não têm acesso a recursos de aperfeiçoamento profissional e pessoal, seja de maneira pública ou privada. Na área social, esportiva e até mesmo no mercado de trabalho, os projetos sociais oferecem uma opção àquela parcela da população excluída das oportunidades.

Dados levantados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam crescimento na desigualdade social em 2019. Segundo relatório de desenvolvimento humano do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, ficando atrás apenas de nações do continente africano. Estudo divulgado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) aponta que entre 2014 e 2018 o país teve aumento de 67% na população que vive na extrema pobreza.

Nesse mundo desigual é que atuam os projetos sociais, trabalhos desenvolvidos sem fins lucrativos que buscam o desenvolvimento social de uma comunidade ou grupos de indivíduos, proporcionando uma melhor qualidade de vida e transformando a realidade dessas pessoas.

É por acreditar que essa transformação passa por cada um de nós que participar de projetos sociais já faz parte da nossa rotina. E o +praTI nos trouxe a oportunidade de colaborar com um projeto que é a nossa cara e tem tudo a ver com nosso negócio: tecnologia. Agora, além de fornecer soluções ao mercado, ajudaremos a formar os profissionais do futuro.

É com muita satisfação que somos um dos mantenedores do projeto +praTI

+praTI – ESTEJA PRONTO PARA O FUTURO TECNOLÓGICO

Todos nós dependemos dela. Para acessar o banco, fazer uma compra, falar com amigos, pedir o jantar, marcar uma consulta, usamos a tecnologia o dia inteiro. Por isso, a +praTI acredita que a principal habilidade do futuro é saber lidar com ela.

O +praTI é uma rede de parceiros, empresas e amigos que tem como principal propósito desenvolver novos profissionais para o mundo da TI, oportunizando acesso a múltiplas iniciativas, conteúdos, trilhas, desafios técnicos e ofertas de emprego, potencializando a economia do Estado e contribuindo para o desenvolvimento social e tecnológico do RS.

“Potencializar a economia do Estado, contribuir com a transformação digital e dar protagonismo à tecnologia e à inovação, tornando esses indutores para a geração de desenvolvimento, emprego e renda no RS.”
(+praTI)

As mentorias, curadorias e tutoriais propostos pela plataforma +praTI aumentam a proximidade entre os alunos e as empresas, fazendo com que eles atinjam melhores resultados mais rapidamente. Isso significa qualificar a mão de obra para o avanço tecnológico que chega cada vez mais rápido. E que carece de profissionais.

Veja mais sobre a iniciativa e como participar do +praTI.

MERCADO x PROFISSIONAIS

O segmento de tecnologia já estava em expansão, e a pandemia acelerou ainda mais a transformação digital. A tendência é que cada vez mais novas tecnologias estarão interligadas a diversos setores da economia, inseridas no nosso dia a dia, impactando no nosso trabalho e qualidade de vida.

Esse avanço tecnológico refletiu nas vagas de emprego. O mercado de TI continua apresentando defasagem de habilidades e carece de mão de obra qualificada. De acordo com dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), só no Brasil o mercado de TI deve abrir 240 mil vagas até 2024. A entidade estima que a demanda seja algo em torno de 70 mil profissionais ao ano, mas com apenas 46 mil formandos na área.

Parece um paradoxo num país com tantos desempregados. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNDA Contínua) divulgada pelo IBGE, em agosto deste ano, indica que o número de desempregados e de pessoas fora da força de trabalho (90,5 milhões) superou a de ocupados (83,3 milhões). Ou seja, atualmente, no Brasil, tem mais gente sem trabalhar do que trabalhando.

Diminuir esse abismo é o caminho para reduzir as desigualdades e fortalecer o crescimento econômico do país.

PROJETOS SOCIAIS NA DIGITAL BUSINESS

Em 2019, participamos do Programa #TeuFuturo, uma iniciativa da IMED em parceria com o Governo do RS, que promoveu a estudantes do ensino médio a vivência na área da Ciência da Computação, abordando competências comportamentais e técnicas.

Diversas outras ações já fazem parte do nosso calendário e do nosso dia a dia: Campanha Tampinha Legal, Papai Noel dos Correios, Campanha Atitude que Esquenta, Aquecendo as Ruas e Outubro Rosa. Em todas elas, nossos colaboradores são protagonistas.

OS MAIORES PROJETOS SOCIAIS

No Brasil e no mundo, diversos projetos sociais se destacam, pela sua importante atuação:

No Brasil

Eles abrangem os mais diversos públicos promovendo serviços básicos que vão desde o cuidado da primeira infância, educação, cultura, esporte, e capacitação de jovens e adultos para o mercado de trabalho.

Entre os maiores projetos sociais do país estão o Instituto Bola pra Frente, Instituto Neymar Jr., Entrega por SP, Teto, Casa1, Rede Marista de Solidariedade, Fundação Bradesco e Criança Esperança.

No mundo

Pelo mundo, muitos projetos sociais são voltados a levar ajuda humanitária para vítimas de conflitos ou desastres naturais. Uma ajuda que acontece de países mais ricos para os mais pobres e que conta com muitos voluntários.

Dentre eles, Médicos Sem Fronteiras (MSF), BRAC, Danish Refugee Council, Barefoot College e Fundación Leo Messi.

CONEXÕES QUE TRANSFORMAM

Os projetos sociais são capazes de mudar a perspectiva de vida de muitas pessoas. Para a ONU, a sociedade civil sempre teve papel fundamental para a garantia e o cumprimento das metas com os direitos humanos.

Projetos sociais mudam vidas e aquecem a economia. Acreditamos nessa conexão e compartilhamos desta visão de futuro:

“Ser um agente efetivo de mudanças por meio do desenvolvimento de novos talentos na área de TI, possibilitando a geração de emprego, renda e, estruturalmente, a ampliação da capacidade de produtos e serviços intensivos em conhecimento com maior valor agregado!”
(Visão de Futuro +praTI )

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